29 Aug 2010

Desenvolvimento web

Algumas razões para você não querer se tornar um web designer

  • Você quer ser um artista
  • Você não quer aprender códigos
  • Você não é organizado ou sistemático
  • Continua…

via noupe.com

09 Aug 2010

Metodologias ágeis

Agilidade é cultura

Ótimo post do Joaquim Torres, mais do que adotar uma metodologia ágil é importante que a empresa tenha uma cultura ágil:

Agilidade é cultura, as metodologias ágeis são os processos que ajudam a sedimentar essa cultura.

via blog.locaweb.com.br

19 Jun 2010

Interface gráfica Usabilidade

A mágica da Apple está nos detalhes da interface

Muito se fala sobre a facilidade de uso dos produtos Apple e esse diferencial em relação aos concorrentes e apontado como uma das chaves de sucesso da empresa.

Essa excelência em usabilidade é percebida em sua totalidade no dia a dia, nos detalhes de uso de sua interface. Vamos ver, por exemplo, o funcionamento do teclado virtual do iPad, analisado nesse artigo do Jesse James Garrett no blog da Adaptive Path.

Este é o teclado padrão QWERTY do iPad.

Quando precisamos preencher um campo de email, o layout do teclado muda. Os sinais de pontuação dão lugar ao @ e _.

Ao digitar uma URL no browser, sai a barra de espaço e entra as teclas :, /, _, – e .com.

Para o preenchimento de planilhas, o teclado numérico é o default.

Em campos de data, na seleção do mês, o teclado numérico possui esse formato.

Já para preencher um dia, o teclado muda novamente, inclusive com um inteligente botão Today.

As variações do teclado são ilimitadas e podem ser adaptadas de acordo com o software que estamos utilizando.

via: adaptivepath.com

07 Jun 2010

Acessibilidade Desenvolvimento web

A ausência do Flash no iPhone nos obriga a pensar em acessibilidade

Ilustrado por MidwestLove

As imposições da Apple sobre a tecnologia Flash no iPhone e a decisão da Adobe em desistir de desenvolver um plugin para o aparelho é uma guerra declarada entre as duas empresas e já tem uma baixa importante: o usuário.

Se existe algo positivo nessa briga é o fato de que quando desenvolvemos para iPhone, temos que pensar em acessibilidade e nos colocarmos no lugar do usuário com limitações de acesso ao conteúdo de uma página.

Acessibilidade não é só para pessoas com deficiência, não limita o trabalho do desenvolvedor web e não impede a utilização de Flash ou Javascript. Em seu próximo projeto web, faça um site mais acessível.

07 May 2010

Gestão de projetos UX Usabilidade

O trabalho de design continua após o lançamento

“Pesquisas de mercado, wireframes e prototipagem são necessários para um bom começo, mas quando você estiver online seus usuários irão mostrar como tudo deve funcionar. Estima-se que você acerte na maioria das vezes, mas sempre havera mudanças e é preciso prever um orçamento para isso.”

Des Traynor em Your Web App has Launched – Now What?

28 Apr 2010

Desenvolvimento web Interface gráfica UX

A função de um wireframe de acordo com seu nível de fidelidade

Nos últimos anos assistimos a ascensão e queda dos wireframes na arquitetura de informação. Há cinco anos atrás eles eram a principal entrega do arquiteto, hoje muitos profissionais consideram uma ferramenta quase em extinsão.

Não acho que seja para tanto, talvez não foram os wireframes que perderam a importância, mas a arquitetura de informação que evoluiu e ficou mais complexa.

Eu particularmente ainda utilizo wireframes no desenvolvimento de qualquer interface. Acredito que tenham funções diversas dependendo de como são construídos:

Wireframe de baixa fidelidade

Crédito: Yandle

Vantagens

  • Rápido de produzir e modificar;
  • Bom para definir a prioridade dos conteúdos

Desvantagens

  • Não mostra como será o look-and-feel da interface;
  • Dificilmente um cliente vai entender ou dar atenção a esse documento;

Wireframe de média fidelidade

Crédito: Rodrigo Teixeira

Vantagens

  • Bom para apresentar para outros profissionais envolvidos no desenvolvimento do projeto;
  • Permitem a montagem de um protótipo navegável;

Desvantagens

  • Podem dar uma falsa impressão da interface gráfica do site;
  • A falta de um maior detalhamento pode esconder algumas armadilhas de usabilidade;

Wireframe de alta fidelidade

Crédito: pixelsebi

Vantagens

  • Ótimo de apresentar para clientes;
  • Dá uma boa idéia da interface gráfica do site;

Desvantagens

  • Lento para produzir e modificar;
  • É difícil saber se esse documento deve ser feito pelo designer ou pelo arquiteto;

16 Apr 2010

Infográficos

Por que adoramos infográficos?

Um infográfico é a representação visual de uma informação. Costumamos utilizar mapas, gráficos e imagens para explicar conceitos complexos, difíceis de serem interpretados de forma textual.


É mais fácil entender as regras do Curling em um infográfico ou lendo na Wikipedia?

Como qualquer outra linguagem visual, nosso cérebro processa mais rapidamente esse tipo de informação. Antes de ler e escrever, aprendemos a desenhar. A comunicação visual não sofre com as barreiras de linguagem, como a fala e a escrita.


Mensagem a bordo da sonda espacial Pioneer, o mais universal dos infográficos

Nossa constante necessidade de consumir informações e interpretar grandes volumes de dados aumenta cada vez mais a importância e popularidade da infografia.

Para os profissionais que pretendem se aprofundar na área é importante saber que a produção de um infográfico abrange várias disciplinas e áreas de conhecimento: Design, Ilustração, Estatística, Animação, Jornalismo e Programação.

Referências:

12 Apr 2010

Interface gráfica Usabilidade

Sobre a interface gráfica do iPad

“O objetivo funcional do iPad foi tornar o aparelho em si o mais invisível possível; um palco simples e elegante para os importantes atores: os aplicativos (…) Quando o hardware desaparece e só há software na sua frente, a velocidade é o que faz a verossimilhança de manipular física e diretamente o que está na tela beirar o sublime.”

via Gizmodo.

20 Mar 2010

Desenvolvimento web Interface gráfica UX

Como o designer pode contribuir em uma comunidade de software livre?


via underconsideration.com/brandnew

“Se uma comunidade pode criar algo grandioso como um software, não devemos esperar o mesmo de sua identidade visual”

Com essa frase, Armin Vit finaliza seu artigo sobre a nova identidade visual do Ubuntu que será lançada em abril de 2010. Ele faz duras críticas ao projeto, que foi desenvolvido com a ajuda dos membros da comunidade.

A nova interface gráfica do Ubuntu

Em 2009, o designer Mark Boulton participou da reformulação da interface do Drupal 7 e contou parte da sua experiência de trabalhar em uma comunidade de software livre. Os designers podem facilmente participar, mas não contribuir.  Para contribuir, no caso do Drupal, é preciso conhecer a linguagem PHP, o sistema de controle de versão CVS e o funcionamento da fila de contribuições.

Para Mark Boulton, um projeto de design (mas especificamente a criação de interfaces gráficas) é subjetivo e individual. É um trabalho que pode ser feito por uma equipe, mas precisa estar centralizado em um profissional, o diretor de criação. Isso vai claramente contra os conceitos básicos do software livre.

Acredito que a participação do designer na comunidade de software livre ainda esteja muito limitada a criação de temas e ícones. Cada vez mais vejo tentativas de atrair designer e arquitetos de informação para as fileiras do open source, como esse anunciou feito recetemente pela Automattic (WordPress). Esse talvez será o grande desafio para as comunidades e o caminho para tornar os softwares mais acessíveis ao usuário comum.

O título desse post é uma pergunta, pois realmente não tenho uma resposta. Gostaria muito de conhecer experiências de designers em comunidades de software livre. Deixe seu comentário!

09 Mar 2010

Metodologias ágeis UX

Scrum na visão de um diretor de criação

Agile is good for refining, not defining.

A frase acima é de Anthony Colfelt, no artigo da Boxes and Arrows sobre metodologias ágeis e o processo de design centrado no usuário. No texto, o autor relata sua experiência, não muito boa, como diretor de criação em uma empresa que adotou a metodologia Scrum.

Sou um entusiasta de metodologias ágeis, que funcionam perfeitamente dentro da área de desenvolvimento de softwares, mas é importante observar e discutir como o desenvolvimento web e o processo de design centrado no usuário se adaptam a essa metodologia.

Ao final, Colfelt propõe um modelo híbrido para desenvolvimentos ágeis, onde o processo de iterações é feito depois que a conceituação do projeto estiver definida.


via Boxes and Arrows